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Asma sem controle causa danos graves ao organismo
Data de Publicação 16.02.2012 às 12:55
A asma, uma doença crônica que inflama os brônquios, dificultando a respiração, pode ser desencadeada por ácaros, poeira doméstica; substâncias irritantes, como perfumes e materiais de limpeza; e poluentes, inclusive cigarro, exercícios físicos e mudanças de temperatura. Dependendo da gravidade da crise, que causa com falta de ar, tosse e chiado no peito, a doença leva ao óbito, como aconteceu com Marcelo Dino, de 13 anos, na última terça-feira em Brasília.

No caso de Marcelo, ainda não se sabe porque ele piorou depois de uma aparente melhora na madrugada no hospital. Porém, quanto mais rápido o atendimento durante o ataque de asma, maior a chance de controlar os sintomas, afirma a médica Izilda Bacil, alergista do Hospital Balbino no Rio, que falou em tese, pois acompanhou o caso pela imprensa.

— Apesar dos avanços no tratamento, a asma mata, se não for controlada. E adolescentes estão no grupo mais vulnerável. Um motivo é que o jovem nem sempre usa o medicamento de forma correta. Na adolescência, o organismo ainda está se desenvolvendo. Além disso, a asma piora, dependendo do estado emocional — diz Izilda, da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia

Segundo relatos, Marcelo, que usava medicamentos para controle de asma, sofreu grave crise durante a prática de atividade física na escola, e teve que ser internado numa clínica, na última segunda-feira. Parentes do adolescente disseram que na madrugada de terça ele amanheceu um pouco melhor e piorou meia hora depois de ter recebido a droga Solu-cortef, à base de cortisona e usada como rotina nesses casos.

— A atividade física com orientação é boa para o asmático, mas não deve ser praticada durante uma crise porque há risco de agravar a situação. É pouco provável que o Solu-cortef possa ter causado a sua morte. Numa emergência, o que se pode fazer enquanto o paciente não chega ao hospital é usar a medicação receitada pelo seu médico — afirma Izilda.

A alergista Heloíza Silveira, do hospital São Vicente de Paulo, acha prematuro afirmar nesse momento que houve erro médico.

— Não sabemos se o paciente fazia um controle adequado de sua doença. Se os médicos aplicaram a medicação, é porque ele já não estava bem. Às vezes o pulmão se fecha de uma forma que não responde à droga — diz.

A bula do Solu-cortef informa dez efeitos colaterais e diz que, embora não seja comum, uma reação adversa com altas doses em terapia de curta duração é a ulceração péptica.

Estima-se que de 10% a 15% das crianças em idade escolar sofrem de asma. O tratamento inclui higiene do ambiente, medicamentos e vacinas. As drogas receitadas são de alívio de crises (geralmente broncodilatadores) e profiláticas (inalação de corticosteroides). Em 2006, o estudo Global sobre Asma entre Médicos e Pacientes, realizado em 16 países, inclusive o Brasil, revelou que dois terços dos pacientes não reconheciam que a doença pode ser fatal, se não for controlada. Uma das dificuldades é que as drogas profiláticas precisam ser usadas diariamente, mas muitos asmáticos se esquecem e não seguem esta regra ou deixam o remédio de lado quando os sintomas desaparecem por um período. Na pesquisa, 82% dos pacientes entrevistados afirmaram que não faziam o tratamento adequadamente.



Fonte
Extra On Line

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