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Intoxicação pelo álcool enfraquece imunidade e abre ‘janela’ para infecções. Abstinência causa agitação e atrapalha o tratamento.
Data de Publicação 27.04.2012 às 08:50

Pacientes que bebem álcool em excesso e sofrem queimaduras tendem a demorar mais para se recuperar do que os pacientes queimados que não bebem. Essa é a constatação de um estudo do Centro Médico da Universidade Loyola, nos Estados Unidos, divulgado nesta sexta-feira (27) no 44º Encontro Anual da Associação Americana de Queimados, em Seattle.

O grupo de pesquisadores analisou 53 pacientes queimados que chegaram ao hospital da universidade com problemas respiratórios. Destes, 12 apresentavam taxa de álcool no sangue acima de 0,08%, que é o limite legal para dirigir no país. Quatro estavam com níveis baixos e 37 não tinham álcool no sangue.

Ao compararem os pacientes queimados que estavam com álcool no sangue além do limite legal, com os que estavam "limpos", os pesquisadores notaram que, apesar de nos primeiros as queimaduras serem bem menos graves, eles apresentaram índices similares de sepse e pneumonia e gastaram tempo semelhante no hospital.

“Entre os bebedores compulsivos, até as menores lesões podem resultar em sérias complicações e na estadia mais prolongada no hospital", diz Elizabeth Kovacs, autora do estudo.

Na média, os que não haviam bebido apresentavam 24,9% de seus corpos queimados, comparado com total de 10,6% entre os que estavam com álcool no sangue.

Christopher Davis, também autor do estudo, enumera três motivos que respondem a dificuldade de recuperação entre os que consumiram álcool, mesmo com menos lesões:

- A intoxicação pelo álcool enfraquece o sistema imune de forma crítica, dificultando o processo de cura e fazendo os pacientes ficarem suscetíveis a infecções.

- Enquanto estão hospitalizados, os bebedores compulsivos ficam em abstinência. E, consequentemente, ficam agitados e pouco cooperativos com o tratamento.

- Os níveis de envenenamento por monóxido de carbono nos bebedores compulsivos estavam quatro vezes maiores do que entre os que não tinham bebido. Provavelmente porque os primeiros demoraram mais para escapar. Esse tipo de envenenamento pode causar danos no cérebro e outros efeitos que complicam a recuperação.


Fonte
G1

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