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Foliculite tem aparência semelhante à acne, mas ocorre em local diferente
Data de Publicação 22.01.2013 às 13:28

A foliculite é uma lesão semelhante à lesão da acne, que pode ou não ter pus. Uma das  diferenças entre os dois problemas está na localização no corpo – enquanto a espinha é mais comum no rosto, tronco e colo, a foliculite aparece mais nas costas, nas coxas, na nuca e principalmente na nádega.

O sinal de alerta da foliculite é a dor, que pode indicar que a inflamação pode virar um furúnculo ou celulite, como explicaram as dermatologistas Márcia Purceli e Denise Steiner no Bem Estar . Isso acontece quando a bactéria causadora do problema atinge camadas mais profundas da pele, o que pode inclusive deixar cicatrizes e manchas.

Bem Estar - Infográfico explica como identificar a foliculite (Foto: Arte/G1)

Esfoliar a pele (com produtos específicos ou misturando água com açúcar) e usar roupas mais largas são duas maneiras de prevenir e também tratar a foliculite.

Para quem já tem as lesões na pele, a dica é usar sabonete antisséptico nos locais atingidos e limpar o umbigo com óleo de amêndoas. Fora isso, deixar as unhas aparadas e limpas também ajuda a minimizar as erupções. Em casos mais avançados, os médicos indicam o uso de pomada ou remédios de via oral.

Outra diferença em relação à espinha é que a foliculite não tem relação com a oleosidade. A pele oleosa pode piorar o quadro das lesões, mas não causá-las. No caso da acne, os locais mais comuns são aqueles em que as glândulas sebáceas são maiores, por isso, tem relação direta com a produção de óleo na pele.

Além das espinhas, pessoas com a pele oleosa geralmente têm a pele muito brilhante e sentem dificuldades para usar maquiagens e cremes. Por outro lado, nesse caso, a pele demora mais para envelhecer. A oleosidade também faz com que os poros fiquem mais abertos e, por isso, existem alguns cuidados na hora da limpeza.

O primeiro passo, para quem usa maquiagem, é retirá-la com demaquilante. Depois, a dica é lavar o rosto com sabonete de limpeza profunda e água fria ou morna. Em seguida, o adstringente sem álcool é importante para fechar os poros e remover o excesso de sebo. Por fim, a pele precisa ser hidratada com produtos em gel. Segundo a dermatologista Márcia Purceli, a noite é o momento principal para limpar a pele.

Normalmente, quem tem pele oleosa sofre também com o problema nos cabelos. Além da origem genética, a oleosidade dos fios pode também ser desencadeada por uma alimentação com muita gordura ou por disfunções hormonais e estresse. Para controlar esse óleo, a dica é lavar o cabelo se necessário todos os dias.

Objetos que abafam o couro cabeludo, como chapéus e bonés, devem ser evitados porque favorecem a proliferação de fungos, achatam os fios e os deixam mais perto da raiz. Fora isso, o secador também pode piorar a oleosidade porque resseca o cabelo e estimula a ação da glândula sebácea.

Escovar o cabelo do meio para as pontas ajuda a distribuir o óleo de cima para baixo nos fios, porém não se deve usar a escova em excesso, como alertou a cabeleireira Jô Nascimento. Além disso, ter dois shampoos – um para a raiz e outro para o comprimento dos fios – também é uma medida que pode controlar a oleosidade.



Fonte
Bem Estar

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