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Cirurgia para reparar excesso de pele é indicada após redução de estômago
Data de Publicação 08.05.2013 às 10:57
Retirar o excesso não é apenas uma preocupação estética do paciente.
Pele pode causar dermatites de contato, assadura, alergias e até infecções.

 Cirurgia bariátrica: pode parecer um milagre, mas não é. Para quem sofre com o excesso de peso e já tentou todas as alternativas possíveis, como reeducação alimentar, atividade física e até mesmo medicamentos, a cirurgia é indicada. Mas ela não é uma solução milagrosa e só traz bons resultados se o paciente mudar os hábitos de vida, como explicou o cirurgião plástico Moacyr Pires de Mello Filho no Bem Estar.

Fora isso, depois da operação, o paciente ainda precisa enfrentar muitos desafios, como por exemplo, o excesso de pele. O problema não é apenas uma preocupação estética, mas também de saúde já que pode causar dermatites de contato, assaduras e até mesmo infecções. Por isso, retirar essa pele com uma cirurgia é uma indicação dos médicos para melhorar a qualidade de vida do paciente.

Cirurgia Bariátrica (Foto: Arte/G1)

Normalmente, a primeira parte do corpo que é operada é o abdômen, mas é preciso também retirar a pele dos braços e mamas nas mulheres e dos braços e coxas nos homens. Porém, isso é feito separadamente, uma cirurgia de cada vez. De acordo com o cirurgião plástico Wilson Cintra, se o médico associar todas as cirurgias, o paciente pode ter um pós-operatório complicado, com dores, desconforto e dificuldades para dormir. Por isso, o ideal é optar por um intervalo de 3 a 4 meses entre uma operação e outra.

O que não dá para evitar após a retirada de pele é a cicatriz. Como alertou o cirurgião Moacyr Pires de Mello Filho, essas cirurgias deixam mais cicatrizes do que as cirurgias plásticas convencionais. Na barriga, por exemplo, a cirurgia normal deixa apenas um corte perto do púbis; na reparação de pele, a cicatriz fica em formato de âncora.

Mas, para quem passou por todos esses desafios, a cicatriz parece não incomodar. Foi o que aconteceu com a auxiliar de serviços gerais Iaci Brandão dos Santos, que fez a cirurgia de redução de estômago em 2005 e perdeu 80 kg. Como mostrou o repórter Phelipe Siani, Iaci não se preocupou muito com a cicatriz após a reparação de pele porque atingiu seu objetivo de perder peso - o que, para ela, foi mais importante.

De acordo com o endocrinologista Alfredo Halpern, no Sistema Único de Saúde, a cirurgia plástica reparadora do abdômen, mamas e membros só é liberada se o paciente tem prejuízos físicos, como infecções ou alergias, ou psicológicos. Além disso, a pessoa tem direito a continuar o tratamento após a bariátrica por até 18 meses com uma equipe de vários profissionais, como nutricionistas, psicólogos, endocrinologistas e clínicos.

Mitos sobre obesidade
Quem faz a cirurgia bariátrica geralmente perde peso muito rápido. Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, isso é normal nesse caso. Porém, é muito comum dizerem que, para quem não fez a cirurgia, emagrecer rápido é um risco à saúde.

No Bem Estar, o médico, no entanto, desmitificou essa ideia e disse que cada pessoa perde peso de um jeito e isso necessariamente não traz prejuízos à saúde, desde que a dieta seja feita de uma maneira equilibrada, sem restrições. O endocrinologista explicou ainda que, para perder peso, não adianta fazer uma dieta pequena ou poucos exercícios físicos. As mudanças de vida precisam ser grandes e significativas para o resultado ser satisfatório.

Outro mito derrubado pelo Bem Estar foi em relação ao sexo. De acordo com Halpern, estudos mostram que, na média, as relações sexuais duram 6 minutos e gastam apenas 21 calorias, o que contraria a ideia que muitas pessoas dizem de que o sexo pode eliminar até 300 calorias.

Por fim, o médico falou da importância do café da manhã - muitos acham que a primeira refeição do dia faz parte do processo de emagrecimento. De fato, pode ajudar se a pessoa tiver uma dieta balanceada e equilibrada ao longo do dia. Porém, em alguns casos, o café da manhã pode até contribuir para a obesidade.

Dieta nostra
No caso do analista de sistemas Rodrigo de Azevedo Paes, de 27 anos, o café da manhã, por exemplo, sempre foi um fator a favor do excesso de peso. O Bem Estar mostrou a história da Jenifer, esposa do Rodrigo, que emagreceu 15 kg depois do casamento. Ela contou que começou se alimentar de 3 em 3 horas, a mastigar melhor os alimentos, comer mais frutas e optar mais pelos assados.


Equipe Drogaria do Povo On-Line


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