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Especialistas explicam a ligação do zika vírus à microcefalia
Data de Publicação 08.12.2015 às 11:43

Transmissão do zika vírus é responsável pelo aumento dos casos de microcefalia no país. Nordeste é a região mais afetada.


A transmissão do zika vírus pelo Aedes aegypti provocou o aumento dos casos de microcefalia no país, principalmente na região Nordeste. Mas ainda existem muitas dúvidas.

Os médicos são unânimes: nesse momento, entrar em guerra contra o Aedes aegypti é o melhor que se pode fazer. A medicina ainda está estudando o zika vírus e a relação entre ele e a microcefalia.

O que já se sabe é que o vírus, que foi isolado, pela primeira vez, numa floresta africana, em 1947, nunca tinha sido descoberto no Brasil. Apareceu no Nordeste, em 2014 e, agora, foi associado aos casos de microcefalia, crianças que nascem com o cérebro diminuído.

O Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue e da febre chikungunya, pica uma pessoa com o zika vírus. Depois, pica outra pessoa e passa o vírus.

O paciente pode apresentar febre, manchas no corpo e dores nas articulações. Se o infectado for uma mulher e ela estiver grávida, o zika pode atacar o bebê. Ele invade a placenta, entra na corrente sanguínea do feto e vai direto para o cérebro, atrás dos neurônios, as células cerebrais. Ali, o vírus provoca uma inflamação que retarda a multiplicação dos neurônios e prejudica a formação do cérebro da criança.

“Então essa criança pode ter, por exemplo, um atraso no setor da linguagem. Esse é um fato, um atraso no setor motor. Ela pode não conseguir andar, pode não conseguir firmar a cabecinha, sentar, engatinhar e andar nos tempos corretos. Ela pode ter uma dificuldade na sua capacidade de aprendizagem, na sua capacidade de cognição”, explica Ana Escobar, pediatra.

O infectologista Caio Rosenthal explica que, depois de nascer, se a criança pegar o zika vírus, ela não corre mais risco de ter microcefalia porque o cérebro já está formado. Mas ele alerta que como ainda se sabe muito pouco sobre o vírus, o melhor agora é se prevenir.

“Nós estamos dentro de um quarto escuro. A gente não sabe o que pode acontecer. Então é muito mais prudente você adiar uma gravidez, você postergar uma gravidez porque a gente ainda não tem conhecimento, domínio dessa doença”, aconselha Caio Rosenthal, infectologista.




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